Crítica: Wonder Woman (2017)

The story so far: Wonder Woman will save the Dc movie universe. It will make all the money in the world and will lead this type of movie in a new direction.

It follows the Dc-Zack Snyder visual style and narrative: with long and meaninful dialogs (a hand over played in this movies) that causes a slow but steady construction of all characters. The action is timed so it is not like Wonder Woman is saving people left and right; but whe she does…oh boy….i cried twice during the movie…

The movie is a visual wonder. It takes us from the bright and sunny Paradise Island to a sober and dark London and the french front line. The colours are dimmed so even during the bighthest take you can relate to everything…much like you are looking a photo book.

Patty Jenkins direct the movie in a way that makes you believe in everything, like a history book.

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Sinopse.

Isoladas na ilha de Themyscira, as amazonas, lideradas pela Rainha Hippolyta, vivem de forma regrada, treinando sob o olhar atento da general Antiope ou exercitando outros dons; tudo em prol de uma comunidade harmônica e funcional. A paz da ilha so é perturbada quando a princesa Diana se rebela e foge de suas tutoras para suas aventuras.

Com o passar dos anos, a princesa se torna uma guerreira hábil e uma erudita, mesclando sua força e inteligência, treinando para proteger a humanidade; a tarefa de toda a amazona.

O estilo de vida contemplativo da ilha é brutalmente abalado quando as maquinações de um inimigo milenar levam Diana a abdicar de seu status na ilha para lutar pela justiça no corrupto mundo dos homens.

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Crítica.

Patty Jenkins if anything is a capable director with a keen eye for strong lead character with a strong moral code. I remember watching Monster and feeling both afraid and sad for the main character portrait by Charlize Theron – how come such a disturbing woman can feel anything but contemp for other but instead shows love and affection even if its is in a degree most of us aren’t capable of undertand? This same character construction you will see in Wonder Woman.

Patty Jenkins é uma diretora capaz, com uma visão particular para personagens fortes, com um senso moral bem definido. Seu filme de maior relevância até o momento é o perturbador Monster (2013 com Charlize Theron e Christina Ricci) – uma história sobre uma mulher marcada por uma história de vida violenta, que resolve que jamais será vítima novamente, mesmo que para isso tenha que se tornar um reflexo daquilo que mais odeia.

Jenkins transforma o roteiro de Allan Heinberg e Zack Snyder em um filme sólido, focado no desenvolvimento da personagem principal através do mesmo princípio da negação utilizado em Monster: Diana se transforma em uma heroína ao negar a resignação e o papel que esperam dela.

Seguindo o padrão visual e a paleta de cores definida por Snyder como a marca da Dc comics no cinema, Jenkins introduz a vida na Ilha Paraíso\Themyscira de forma ágil, não existe uma preocupação formal em contar em detalhes a origem da personagem; o foco é sempre a trama e a construção do universo Dc comics.

A transição entre Themyscira e Londres não é feita sem problemas. Para desenvolver todos os personagens do filme e suas motivações, existe um hiato entre a ação dos primeiros minutos do filme e aquela que ocorre no ato final. Neste espaço temos cenas engraçadas como aquelas que apontam o choque cultural entre a amazona e a sociedade inglesa do inicio do seculo. È neste momento que Diana tambem se depara com os dilemas morais que afligem a todos em uma situação de guerra.

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Jenkins trabalha muito bem com o jogo de câmera, com o enquadramento em plano médio e americano e usando um posicionamento cenital da camera (filmado por cima) em muitas das cenas de luta.

Gal Gadot, Connie Nielsen e Robin Wright, as tres principais amazonas dominam o primeiro ato do filme. Tanto pela ambientação quanto pelo figurino e ainda mais pelo forte sotaque mediterrana que ajuda a ambientar mitologicamente as amazonas. Hippolyta (Nielsen) se mostra protetora mas flexível, Antíope (Wright) determinada  e focada e ambas acabam por determinar os limites de Diana.

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Gadot encarna perfeitamente a personagem. Ela se distancia da Mulher Maravilha de Linda Carter e transforma a heroina em uma personagem fortemente europeia. Sua presença no campo de batalha é marcante e quando necessário consegue ser engraçada, sensual e violenta com muita naturalidade.

A construção da Personagem – How they built the character.

Diana começa o filme como uma mulher ingenua, seu contato com Steve Trevor, é honesto e sincero apesar da desconfiança de todas as demais amazonas. A jovialidade apresentada por Diana e brilhantemente vivida por Gal Gadot, impulsiona uma série de ações tipicamente adolescentes (postura desafiadora) e culminam com a saída da dupla Trevor\Diana da Ilha.

Sua breve estadia em Londres permite uma rápida ambientação ao mundo dos homens. Este momento é repleto de críticas sociais sobre o lugar da mulher na sociedade e de sua importância.

Contudo, é no campo de batalha que a personagem sofre sua maior transformação. Gal Gadot mesmo não sendo uma presença fisica imponente assume a postura da heroina em dos discurso mais empolgantes deste gênero de filme. A rápida transformação pode ser motivo de crítica mas é implementado brilhantemente pela diretora que percebe que o choque entre a vida idílica e os horrores da guerra mudam intimamente uma pessoa. A cada massacre presenciado impulsiona Diana mais rápido para seu destino final.

Diana starts the movie as a naive woman, almost juvenille in nature. This chances in a heartbeat when she faces the war and the lies from the world of man. This drastic chance is quick but i a ever lasting impression that chances the character.

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Chris Pine e os demais personagens masculinos ajudam na caminhada de Diana pela ética do mundo dos homens, atuando como mentores com suas experiências pessoais. Pine especificamente não apresenta uma atuação muito diferente do seu Capitão Kirk de Jornada nas Estrelas: jovial, inconsequente mas justo e altruísta. Sua atuação não marca pontos para o filme apesar de ser importante para a trama.

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Danny Huston, Ewen Bremner Saïd Taghmaoui e Eugene Brave Rock trazem uma boa diversidade ao filme. Suas diferentes origens moldam a visão de Diana do mundo. Mesmo Huston, responsável pelo núcleo vilanesco do filme é um excelente ator e merece uma menção pela atuação intencionalmente afetada e intensa. 

The not so bad guy.

The main villain is ok. He is a scary dude with lots of powers but he is more than just a hateful person….he is just a poor boy with dad issues.

Veredito.

Wonder Woman é um filme para toda a família. Uma heroína moderna capaz de interessar a homens e mulheres. A história transcende o filme de super -herói padrão.

Merece a nota máxima em Filmose 6 clapping Kanes

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